Camelias medievais...

Pelos caminhos do tempo. As camélias do paço de Rubiáns habitam um jardim impregnado de sombras medievais.

Um jardim que discorre devagar pelos caminhos do tempo: -“aqui, um eucalipto do século XVIII, ali, um par de magnólias que cresceram ao mesmo tempo que a casa” parece indicar-nos o que queremos como se se tratassem de sinais de trânsito. Já estariam ali as magnólias em 1380? Se calhar estavam a nascer, e em Rubiáns assistia-se à infância e adolescência de uma magnólia; poucos lugares gozam de semelhante privilégio.

As camélias, por seu turno, «dispersam-se pelos séculos», alegres e ligeiras mas não menos centenares. Retiram severidade ao jardim e contrastam com o intenso porte da casa, pálidas como uma aura de neblina.

Há-as amarelas, brancas, fúcsia e, evidentemente, vermelhas. Tal como a famosa variedade  «Eugenia de Montijo», assim denominada para honrar a imperatriz de cabelo vermelho que nasceu em pleno terremoto e, como se isto fosse pouco, numa cidade – Granada – cujo nome evoca também o vermelho. Uma cor que encaixa com a idiossincrasia da casa; a sobriedade de um paço de origem medieval que as camélias alegram cada inverno.

Informação visitas:
+34 986 510 534 / +34 619 261 847

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