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O Caminnho de Santiago

História do Caminho de Santiago

Hoje, as diferentes rotas do Caminho de Santiago, na Galiza, contam com mais de 50 albergues para alojar os peregrinos, e os caminhos galegos estão a ser recuperados e sinalizados para a utilização dos caminheiros, cavaleiros ou turistas em bicicleta que querem chegar à universal Compostela.

A descoberta dos restos mortais do Apóstolo Santiago, por volta do ano 820 constitui o início das peregrinações a Compostela e por conseguinte do Caminho de Santiago.

Por ordem do rei Afonso II o Casto, construiu-se una pequena igreja no local do achado, e a noticia espalhou-se entre a comunidade de crentes e nos reinos cristãos do Ocidente. Assim tiveram inicio as peregrinações e o culto a Santiago.

Esta corrente foi-se expandindo dia após dia. Desde então, milhares de peregrinos foram traçando laços religiosos, culturais e económicos, formando uma rede de peregrinação única pela sua profunda espiritualidade e pelas suas ligações à cultura ocidental.

A recente cidade de Santiago chegavam os primeiros peregrinos. Começava a nascer o Caminho de Santiago, também conhecido como o Caminho das Estrelas, que se consolida definitivamente nos séculos Xll e Xlll com a concessão de determinadas indulgências espirituais. Estas indulgências atingem o seu auge durante os denominados Anos Santos de Compostela.

Caminho da Europa

O Caminho de Santiago gerou, ao longo dos séculos, uma extraordinária vivacidade. Devido à sua existência nasceu a primeira grande rede de assistência da Europa, e foram também criadas catedrais, mosteiros, vilas e cidades.

Devido aos encontros que o Caminho proporcionou, surgiu uma cultura baseada no intercâmbio, nas relações pessoais próprias, e um auge económico que dinamizou diversas zonas até esse momento despovoadas.

Assim, o Caminho de Santiago e hoje o Primeiro itinerário cultural europeu, porque, como defenderam vários autores do velho continente, «a Europa fez-se peregrinando a Compostela».

Os Anos Santos

A origem do Ano Santo de Compostela atribui-se a uma suposta concessão do Papa Calisto II, datada de 1122. Outros pontífices a confirmariam. A bula Regis Aeterni, de Alexandre lll, ratifica e torna perpétuo o privilégio do Jubileu ou dos Anos Santos à Igreja de Santiago.

O primeiro a celebrar-se foi, possivelmente, o de 1182 e durante o seculo XV já tiveram lugar os grandes anos de perdão como se faz hoje em dia.

O Ano Santo de Compostela verifica-se quando a 25 de Julho, festa do martírio de Santiago, coincide com um domingo. Deste modo, o Jubileu de Compostela celebra-se com uma cadencia de 6, 5, 6 e 11 anos. A distribuição tão irregular dos anos deve-se aos bissextos, que alteram a ordem lógica anual.

O peregrino pode obter a indulgência a partir do dia 1 de Janeiro até 31 de Dezembro, se cumprir certos ritos piedosos. No entanto, existe a possibilidade de ganhar o Jubileu, sem ser necessário chegar a Compostela: entrar pela Porta do Perdão da Igreja de Santiago de Villafranca (León).

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