Esta ilha paradisíaca oferece-nos os privilégios do mar nos seus centros de talassoterapia. N’O Grove, provaremos o melhor marisco. Embarcaremos no seu porto para navegar pela Ria de Arousa; nas suas águas, conheceremos o trabalho nas jangadas, onde se cria o melhor marisco do mundo.

Queremos propor-lhes uma escapadela a dois aos centros de talassoterapia. Aqui, é possível combater o stresse, embelezar o corpo e o espírito, divertir-se ou relaxar-se. E, além disso, saborear a sua esplêndida gastronomia e contemplar o azul intenso do seu horizonte.

A ilha d’A Toxa é um refúgio para viver o mar a fundo. Pode-se aproveitar o seu efeito benéfico sobre a saúde, saborear os manjares que do mesmo se extraem ou recrear-se em paisagens costeiras e submarinas. Queremos propor-lhes uma escapadela a dois aos centros de talassoterapia. Aqui, é possível combater o stresse, embelezar o corpo e o espírito, divertir-se ou relaxar-se. E, além disso, saborear a sua esplêndida gastronomia e contemplar o azul intenso do seu horizonte.

Mais informação...
- Centro Talasso Hotel Louxo La Toja. www.louxolatoja.com
- Hotel Termal Hesperia Isla de La Toja. Telefone 986 730 050
- Gran Hotel La Toja. www.granhotellatoja.com

1º Dia

A tranquilidade da ilha

O itinerário mais habitual para chegar à ilha d’A Toxa é usando a via rápida d’O Salnés AG-41, em direção a Sanxenxo-Cambados-O Grove. Chegados a esta localidade, atravessamos a ponte que a liga à ilha.

Pode haver recursos que não estejam georreferenciados e, portanto, não os está a ver.

A península d’O Grove abraça a ilha d’A Toxa, protegendo-a da força mais bravia do mar. Também se encontra favorecida pelo clima suave que domina todo o vale d’O Salnés. Ambos são factos que anunciam a serenidade que vimos buscar. Esta sensação de tranquilidade acentuar-se-á no hotel escolhido, de entre a luxuosa oferta de alojamento existente na ilha. Além disso, existem no hotel talasso dois hotéis termais.

O poder salutar e relaxante da água do mar
Recomendamos-vos que cheguem no início da tarde. Assim que arrumarmos a bagagem, podemos dirigir-nos ao spa e aos espaços terapêuticos de talassoterapia do hotel. Encontraremos uma gama completa de programas de relaxamento, beleza, emagrecimento, saúde e mesmo reabilitação.

No centro talasso,
a água do mar encontra-se à temperatura
corporal para os minerais que a compõem penetrarem na pele

E já podemos começar a verificar o poder salutar da talassoterapia, baseada em tratamentos que usam, sobretudo, elementos marinhos. A água do mar é posta à temperatura corporal para que, ao mergulharmos nela, a pele se tornar permeável aos minerais que a compõem. Ao mesmo tempo, a densidade deste elemento líquido descarrega-nos de boa parte do peso do corpo.

Podemos acompanhar o banho com diferentes técnicas de massagem manual oferecidas nestas instalações. Algumas são praticadas por vários profissionais em uníssono. As suas mãos entrecruzam-se em perfeita harmonia e conseguem relaxar-nos dos pés à cabeça. Ao terminar, apreciaremos os efeitos sobre o corpo e o espírito.

Neste ponto, o estado de relaxamento é total e, portanto, para coroar o tratamento, é recomendável e até muito desejável uma pequena sesta para assimilar integralmente os benefícios da talassoterapia como uma parte mais da experiência termal.

As águas e banhos d’AToxa
curam dos males horríveis,
dos males que aterra nomear

Emilia Pardo Bazán

Um passeio pela ilha
Após um descanso reparador, deixar-nos convidar pela ilha para um passeio é uma opção vivificante. As suas margens oferecem vistas privilegiadas da ria, por vezes a partir de brancas balaustradas. Os seus caminhos balizados com palmeiras e pinheiros estimulam o nosso ânimo e assim apreciaremos mais intensamente, se for possível, os sabores de peixes e mariscos da Ria de Arousa. A sua qualidade tem justa fama e, acompanhados pelos albariños da terra, costumam ser uma escolha irrenunciável.

2º Dia

N’O Grove, saborearemos o mar e o seu marisco

Podemos dedicar a manhã a uma atividade apaixonante como explorador do fundo submarino e da costa da Ria de Arousa. Uma vez desembarcados no porto d’O Grove, pensaremos em deleitar-nos com a qualidade culinária do sítio. Depois de almoçar, podemos continuar a rota pela mesma comarca, inclusive até San Vicente, no outro extremo da península. De volta a A Toxa, aconselhamos a experimentarem os novos tratamentos para repor energias.

Pode haver recursos que não estejam georreferenciados e, portanto, não os está a ver.

Navegamos pela Ria de Arousa
Depois de uma véspera tão relaxante, estaremos a transbordar de energia. Podemos dedicar a manhã a uma atividade apaixonante como explorador do fundo submarino e da costa da Ria de Arousa.

Pode-se fazer num veleiro, catamarã ou barco com fundo transparente, que partirá do porto desportivo d’O Grove. Chegaremos em pouco mais de cinco minutos de carro, após atravessar a ponte que liga a ilha a esta localidade. Na primeira rotunda, tomamos o primeiro desvio para a avenida de Beiramar e continuamos até ver os paredões, à direita.

Uma vez a bordo, a embarcação deixará o seu rasto pelo perfil do rio e pelos seus ilhéus. Se a opção for o catamarã, fundeará ao lado de verdadeiros bosques de algas, fáceis de observar do fundo envidraçado do barco. Não esqueçamos que as rias galegas são um dos maiores depósitos de fitoplâncton do planeta, de acordo com a FAO. Esta característica outorga às águas uma qualidade excecional e permite que os bivalves criados nelas cresçam num tempo recorde. Iremos verificar isto detendo-nos nalgumas das jangadas, plataformas de madeira sobre o mar, onde são criados os mexilhões, ostras e vieiras.

As rias galegas são
um dos maiores depósitos de
fitoplâncton do planeta,
o que faz com que o marisco
cresça rapidamente

O trabalho nas jangadas
É fácil encontrar um marinheiro a trabalhar nas jangadas, dado que esta atividade é um dos motores económicos da zona. A pesar do apoio mecânico, a dureza do trabalho é percetível. Cada corda que segura os bivalves pode pesar até trezentos quilos e é preciso manipulá-la para a limpar de algas ou parasitas. Também é preciso desdobrar as cordas à medida que os bivalves vão crescendo. Do interior do barco é possível ver como as cordas pendem das jangadas para o fundo marinho.

Continuando a travessia, quase de certeza que atravessaremos bancos de peixes, onde poderemos encontrar bogas ou sargos, entre outros. Alguns, como o cangulo, são muito chamativos devido às suas cores vivas. E, se a sorte nos sorrir, talvez divisemos uma família de golfinhos perto da costa, disposta a divertir-nos durante um bocado com os seus cantos e piruetas.

Os produtos do mar
Uma vez desembarcados no porto d’O Grove, pensaremos em deleitar-nos com a qualidade culinária do sítio. As marisqueiras e restaurantes do porto são uma boa opção. Estão cheios de produtos da ria, tais como mexilhões, ostras, vieiras, amêijoas, berbigões, santola e sapateira. Também destaca o peixe da sua frota pesqueira que é leiloado na lota. Se preferirmos carne, encontraremos produtos associados com a matança do porco e da vitela.

Se procurarmos cozinha de autor e ambiente vanguardista, encontraremos perto de San Vicente restaurantes reconhecidos pela bíblia gastronómica, o guia Michelín. Provar ali uma sapateira picada ou um estaladiço arroz de choco são exemplos que demonstram que a relação com o produto autóctone jamais se perde.

Passeios à beira-mar
Depois de almoçar, podemos continuar a rota pela mesma comarca, inclusive até San Vicente, no outro extremo da península. Para oxigenar o corpo com ar puro, é perfeito um passeio pelos seus caminhos de madeira, tal como o de Con Negro, que percorrem os penhascos mais agrestes do município.

E, se preferirmos um plano mais relaxado, antes de voltarmos à ilha, podemos dar um pequeno passeio pelas ruas e praças d’O Grove e admirar uma rede de mais de 50 esculturas de granito que cresce ano após ano graças aos participantes do Simpósio de Escultura, uma das atividades que decorrem no início de outubro durante a celebração da Festa do Marisco.

Tratamentos à base de vinho ou chocolate
De volta a A Toxa, aconselhamos que experimentem os novos tratamentos para repor energias. Encontraremos numerosas propostas à base de vinho, algas, aromas, cores ou chocolate, sempre combinadas com água do mar.

3º Dia

Despedimo-nos da ilha entre conchas, sais e sabonetes

Antes de pôr ponto final à viagem, não podemos deixar de visitar um dos edifícios religiosos mais singulares da Galiza. Trata-se da conhecida como Capela das Conchas, em pleno centro da ilha.

Pode haver recursos que não estejam georreferenciados e, portanto, não os está a ver.

Uma capela revestida por conchas de vieira
Conserva o seu culto a São Caralampio e à Virgem do Carmo desde o século XII. O seu interior, com um certo ar marinheiro, é modesto. Mas a verdadeira atração é o seu exterior, completamente revestido por conchas de vieira.

A Toxa, como estandarte termal, estendeu esta alquimia natural ao fabrico de um dos sabonetes com maior tradição de Espanha. Onde outrora se encontrava a fábrica, existe hoje uma loja-museu com os produtos da marca “La Toja”, cuja história podemos percorrer em painéis esclarecedores. Encontraremos sais, sabonetes, cremes e produtos de estética e saúde.

As pitorescas vendedoras de colares
Tanta tradição como os sabonetes têm as vendedoras de colares de conchas. As suas mãos puseram em fios durante décadas as sinuosas formas que o Atlântico lhes faz chegar à costa. Junto à estrada e por baixo de guarda-sóis de praia, dão-nos as boas-vindas e também nos despedem da ilha.

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